Captando a Magia do Universo

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Uma foto salva vidas






Você adotaria este cachorro?






Provavelmente não.... Você não tem espaço, já tem outros cães, sua namorada é alérgica, não é mesmo?

E que tal esse aqui de baixo?





“Ôpa, esse cachorro está pra adoção?”
Sim, e é o mesmo cachorro, o nome dele é Butch. Mas a primeira foto é a que o abrigo usava para divulgá-lo para adoção, e a segunda é a foto tirada para a campanha do One Picture Saves a Life (Uma Foto Salva Vidas). O que acontece é que os abrigos (e ONGs e protetores, principalmente no Brasil) não têm tempo nem estrutura para fotografar os animais, e a foto que divulgam costuma ser a primeira que tiram, logo que o bicho chega, todo sujo, machucado e com cara de coitado.
Mas a imagem do animal faz toda a diferença para quem vai adotar. E a proposta do One Picture Saves é mostrar isso para as pessoas, fazendo com que elas peguem suas próprias câmeras e partam para os abrigos para pentear, arrumar e fotografar animais – assim eles têm uma chance melhor de serem adotados. Como diz a parceira da campanha Liz Baker, “todo mundo tem uma horinha na semana, faça alguma coisa com essa hora, faça a diferença!”
E então, curte fotografia? Vamos partir para a ação? Que tal buscar uma ONG com animais para adoção? Com certeza vão adorar sua ajuda, e os cachorros e gatos vão agradecer uma foto caprichada e uma chance maior de encontrarem uma família.
Para se inspirar, confira as fotos que pessoas comuns, como a gente, tiraram e mandaram para a galeia do One Picture Saves:








sábado, 23 de julho de 2016

Ele adotou um labrador... e junto com ele, recebeu uma carta que apresentava quem realmente era o animal




“Para quem ficar com o meu cão:

Bem, não posso dizer que estou feliz por estares lendo isto... Nem estou feliz por escrevê-lo. Se estás lendo isto, significa que fiz minha última viagem de carro com o meu labrador depois de deixa-lo no abrigo.

Então deixa-me falar sobre o meu labrador, na esperança de te ajudar a criar laços entre vocês dois.

Primeiro, ele adora bolas de tênis... Não interessa para onde as jogues, ele vai correr atrás delas, por isso tenha cuidado – não o faças perto de estradas. Eu fiz esse erro uma vez, e quase lhe custou a vida.

Quanto às ordens... O Reggie sabe as óbvias – ‘senta’, ‘fica’, ‘vem’, ‘rebola’. Ele sabe o significado de ‘bola’, ‘comida’, ‘osso’ e ‘biscoito’ como ninguém. Eu treinei o Reggie com algumas recompensas de comida. Nada lhe chama mais a atenção do que pequenos pedaços de cachorro quente.

Horário de alimentação: duas vezes por dia; a primeira pelas sete da manhã, e depois às seis da tarde”.

Reggie odeia ir ao veterinário. Boa sorte ao tentar colocá-lo no carro – Eu não sei como é que ele sabe quando está na hora de ir ao veterinário, mas ele sabe...

Por fim, dedique a ele um pouco do seu tempo... Ele ia comigo para todo o lado, por isso, faça o favor de incluí-lo nos teus passeios de carro. Diariamente, se for possível.

E por fim, o nome dele não é Reggie... Quando o deixei no abrigo, disse que o nome dele era esse pois não conseguia aguentar dizer seu nome real. Para mim, era admitir que o fim havia chegado... Admitir que eu nunca mais o veria.

O nome real dele é Tank.

Eu disse ao abrigo que ninguém poderia adotar o ‘Reggie’ até receberem a ordem do meu Comandante. Os meus pais morreram, não tenho irmãos nem ninguém com quem pudesse deixar o Tank… Era o meu único pedido para o Exército quando da minha ida para o Iraque: que eles fizessem uma chamada telefônica para o abrigo… Em caso de… Bem, para dizer que o Tank poderia ser colocado para adoção”.

O amor incondicional de um cão foi o que eu levei comigo para o Iraque como inspiração... Espero que o tenha homenageado com o meu serviço para com o meu país e para com os meus companheiros.

Eu parto esta noite e tenho de deixar esta carta no abrigo. Mas acho que não vou me despedir do Tank outra vez. Eu chorei muito a primeira vez que o fiz. Talvez vá espreitá-lo e ver se ele finalmente conseguiu colocar a terceira bola de tênis na boca.

Boa sorte com o Tank. Dê-lhe uma boa casa, e um beijo de boa noite extra – todas as noites – por mim.

Obrigado, 

Paul Mallory”










quinta-feira, 21 de julho de 2016

Conheça Presley, o Scooby-Doo da vida real que tem medo de tudo






Assim como Scooby, o cachorro se assusta com qualquer coisa, de pequenos cachorros à sacolas de super mercado.
Presley pesa 80 quilos e segundo sua tutora ele é super gentil apesar de seu tamanho. Qualquer passeio se torna um pesadelo quando Presley encontra com outros cachorros, ele se esconde atrás de sua tutora.











quarta-feira, 20 de julho de 2016

Hospital permite que pets visitem seus donos para ajudá-los a se recuperarem




“Enquanto Zachary estava no hospital, muito doente, se recuperando de um transplante, ele implorou para ver seu cachorro, Chase.”, Donna contou. “Nós levamos Chase então até o hospital para ver Zachary, e o efeito que isso teve foi notável. Quando Zachary percebeu que não sobreviveria ao câncer, me fez prometer que começaria com esse projeto. Nosso primeiro paciente oficial a receber visitas de seu pet foi em 15 de setembro de 2015.


“Nós sabemos que quando um paciente recebe a visita de seu pet, isso pode melhorar seus sinais vitais, ajudar a combater a depressão e a solidão. Além disso, é um lembrete ao paciente e uma razão para que eles se mantenham positivos de que vão melhorar, para que possam voltar para casa e para seus pets.”

As visitas são semanais e duram cerca de 1 hora. Os pets precisam passar por uma limpeza antes de entrarem no hospital e são mantidos longe de outros pacientes.










segunda-feira, 18 de julho de 2016

Cão abandonado por estar velho e gordo recebe tratamento e dá a volta por cima








O cão foi abandonado pelos tutores em um abrigo da cidade da Califórnia. Porém, no lugar, em que ele permaneceu por um mês, ele não estava tendo os devidos cuidados que um cachorro obeso precisava.


Voluntários do Karma Rescue, organização de resgate em Los Angeles, ficaram sabendo sobre o Beagle, que estava pesando cerca de 40 kg, e resolveram cuidar do caso. Eles ficaram chocados com a condição física de Darwin. Eles já tinham visto muitos cães em má forma, mas parecia que Darwin tinha sido negligenciado sua vida toda.

Além de mal conseguir andar por causa do sobrepeso, o cão estava pesando pelo menos duas vezes mais do que normalmente deveria pesar. Darwin poderia ter morrido de insuficiência cardíaca ou de todos os outros tipos de complicações que a obesidade pode causar.

O cão quase não conseguia mais andar por causa do sobrepeso. 

De acordo com os voluntários do Karma Rescue, Darwin era um cão muito doce e por isso ninguém conseguia entender o motivo de tanta falta de cuidado com aquele animal.
No novo abrigo, Darwin passou a receber todo o cuidado, atenção e carinho que realmente merecia. O veterinário que tratou de Darwin diagnosticou uma deficiência na tireoide e prescreveu a medicação adequada, que além de tudo, o ajudaria a perder peso.

O veterinário também suspeita que os proprietários de Darwin tinham superalimentado o cão e não o levavam para passear. De acordo com o National Beagle Club, Beagles são particularmente suscetíveis a ganho de peso, pois eles adoram comida e não sabem como ou quando parar de comer.
Após passar várias semanas no hospital veterinário, Darwin foi para um lar temporário, onde seus cuidadores lentamente introduziram exercícios em sua rotina diária.

Com o programa e o tratamento, o cão perdeu peso e se tornou mais sociável e menos ansioso.

Mas Darwin tinha uma outra questão: ele sofria de ansiedade devido à separação de seus antigos tutores. Sempre que a sua família adotiva o deixava sozinho, ele latia e uivava até eles voltarem. A família foi alertada pelos vizinhos, que sempre escutavam o cão uivando e latindo.
Então, os voluntários do Karma Rescue decidiram matricular o cão no Paws for Life, um programa desenvolvido pelo Karma Rescue juntamente com o California Department of Corrections and Rehabilitation (Departamento de Correções e Reabilitação da Califórnia).
O cão ficou 10 semanas com os presos alojados em prisões de alta segurança da Califórnia. Este treinamento de Darwin serviu também como terapia de reabilitação para os presos. O cão aprendeu habilidades de socialização e comandos básicos como “senta”, “ficar”, “esperar” e “caminha”.

O cão recebeu tratamentos médios e participou de programa que ajuda presos. 


Darwin perdeu ainda 11 kg e se tornou um cão muito mais sociável e equilibrado. O programa também ajudou o cão a se tornar mais confiante e o ensinou a relaxar quando deixado sozinho.

Darwin também aprendeu diversos comandos. 

Hoje, Darwin é um cão diferente, tanto física como mentalmente. Ele não sofre mais de ansiedade de separação e agora é capaz de correr e brincar e até mesmo saltar sobre redes de tênis.

O cão ganhou muita qualidade de vida e hoje é capaz de brincar, correr e pular.

O caso de Darwin é uma verdadeira história de sucesso e superação. Ele conseguiu dar a volta por cima e hoje é um animal muito mais saudável, brincalhão e alegre. Para a felicidade ser completa só falta Darwin encontrar uma nova família que queria lhe amar para sempre. E isso, com certeza, é só uma questão de tempo...

domingo, 17 de julho de 2016

A vida antes e depois de um cachorro






Em uma série de situações clássicas para todos os tutores caninos, o ilustrador John Huang conseguiu traduzir perfeitamente em quadrinhos, o antes e depois com a presença de um cão.
O conhecimento veio da convivência com sua Golden Retriver Maimai.
A vida sem dúvida é mais bagunçada, colorida, geralmente com menos dinheiro, mas cheia de alegria e amor.







sexta-feira, 15 de julho de 2016

Eles estão livres! EUA anunciam que não usam mais chimpanzés em pesquisas científicas




O instituto já havia diminuído o uso de bichos em testes, mas ainda restavam 50 chimpanzés presos no local para “reserva de segurança”. Em caso de alguma grande epidemia de saúde no país, eles seriam usados para testes em vacinas. Sim, seriam. No passado! Agora, todos esses animais serão libertados e enviados a santuários naturais.
Gostou? Tem mais! As empresas dos Estados Unidos também não podem mais usar os bichinhos em testes. Isso porque, no primeiro semestre de 2015, os chimpanzés de cativeiro foram incluídos na lista de animais ameaçados de extinção da US Fish and Wildlife Service, o que significa que só podem ser usados em testes de laboratório que beneficiem sua própria espécie. Ou seja: chega de experimentos de vacinas e remédios para humanos nesses bichinhos!