Captando a Magia do Universo

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domingo, 19 de junho de 2016

Você vai se emocionar com a forma como Cuba trata seus animais de rua





O país socialista, que sempre teve uma grande população de cachorros de rua, decidiu que deveria ajudá-los de alguma maneira. Foi determinado que as Instituições Públicas do Estado deveriam adotar esses cachorros, fornecendo atenção e cuidados médicos e, mais importante do que tudo, dignidade.

Desde aí, todos os cachorros que circulam nas ruas recebem uma carteirinha oficial do Governo com nome, foto, informações de saúde, como se estão vacinados ou não, e ainda o nome dainstituição que os ajuda em caso de emergência (tem número de telefone em cada carteirinha).

Ah, e um aviso em alguns deles: ‘sou um cachorro de rua, não me maltrate‘.


No Museu da Metalúrgica de Havana, por exemplo, há 5 cães sob responsabilidade: Vladimir, Canela, Carinoso, Aparicio e Leon. Durante o dia, você os encontra descansando na entrada do prédio e, à noite, eles saem para patrulhar a quadra juntamente com os guardas. Todos os cachorros são alimentados por funcionários do local, com doações que recebem de restaurantes. E muito bem alimentados, diga-se de passagem. Fígado, arroz e pedaços de carne fazem parte do cardápio.



Nora Garcia, Presidente da Associação Cubana de Proteção das Plantas e Animais, disse que a ideia surgiu após um guarda ser acordado com o latido de um cão de rua, que tentava avisar sobre um roubo de aparelhos de ar condicionado. “Fizemos uma cerimônia pública para o cachorro, que recebeu um prêmio por salvar os aparelhos.”, contou Nora.


Já são 21 cachorros vivendo ou sendo cuidados por instituições estatais, incluindo um posto de gasolina do Partido Comunista, escritórios da União de Jornalistas de Cuba e uma oficina mecânica do Ministério da Saúde.

E não são só os bichinhos que foram beneficiados, não. Os guardas contaram que adotar os cães ajudou a aliviar o tédio em um lugar onde a criminalidade é muito baixa.






sábado, 18 de junho de 2016

Informações interessantes sobre o microchips






De acordo com os números da associação americana ASPCA, aproximadamente 36% dos 3,9 milhões de cães que chegam a abrigos nos EUA são cães que se perderam de suas famílias. Isso é muito cachorro!
Felizmente, existem tecnologias que ajudam você e seu pet a se reencontrarem caso o pior aconteça. Microchipar seu cachorro ou seu gato, assim como colocar uma plaquinha de identificação na coleira dele, aumenta muito as chances de você encontrá-lo.
Como o microchip é novidade para muita gente, as pessoas têm muitas dúvidas em relação a essa tecnologia. Aqui estão algumas respostas para essas dúvidas:

1. O que é um microchip?
 É um chip eletrônico minúsculo dentro de um cilindro de ar – é tão pequeno quanto um grão de arroz. O microchip é inserido com uma agulha hipodérmica debaixo da pele do pescoço do animal e é ativado quando um scanner passa por cima do local. Quando é ativado, o microchip emite uma freqüência de rádio e o número de cadastro daquele chip aparece no scanner – com esse número, é possível acessar no banco de dados da fabricante do chip o seu nome, telefone e outras informações.
                              Tamanho de um Chip comparado a  um arroz

2. O microchip vai machucar meu animal ou ficar perdido no corpo dele?
Ter um microchip inserido por uma agulha hipodérmica causa o mesmo desconforto que qualquer injeção – uma picadinha e acabou. O microchip é inserido sob a pele, que começa a incorporá-lo e fixá-lo dentro de 24 horas, evitando que ele se mova. Existe uma chance de que o microchip se mexa um pouco, mas não vai ficar perdido no corpo do pet.
Obs: Esse artigo foi publicado nos Estados Unidos, portanto a realidade em relação à qualidade dos microchips é um pouco diferente. Existem sim casos de microchips de marcas baratas vendidas no Brasil que vão parar em outro lugar no corpo do animal, o que inutiliza totalmente a função de encontrar um pet perdido já que o veterinário provavelmente não vai procurar um chip no rabo. Mas as marcas de qualidade garantem a segurança descrita na resposta acima, e o chip realmente se fixa no lugar. A mais recomendada pelos veterinários é a Virbac.

3. Que tipo de informação tem no microchip?
O chip só vai mostrar na leitora sua fabricante e um número de identificação, que o veterinário vai inserir no banco de dados online daquela marca e encontrar seus contatos básicos.

4. O microchip substitui a placa de identificação?
NÃO! Pense no microchip como uma proteção extra. Uma coleira com identificação legível e atualizada ainda é a melhor forma de reencontrar seu pet, porque permite que uma pessoa comum que vê ele na rua entre em contato imediato com você – principalmente se a pessoa não sabe sobre microchips ou não leva o animal para o veterinário passar o scanner. Além do que, como toda tecnologia, não é 100% garantido que o chip não vá falhar. De acordo com a Humane Society dos EUA, scaners universais podem não ler algumas marcas menos comuns de microchip, e se a pessoa que for passar o scanner não souber direito o que está fazendo, pode ser que o chip passe despercebido.

5. Existe um banco de dados de microchips?
Na verdade não. Cada fabricante tem um banco de dados próprio. Felizmente, o scanner mostra o nome da fabricante quando o chip é ativado. De acordo com a Associação Americana de Médicos Veterinários, a chance de um animal não ser identificado pelo microchip é quase nula.

6. O que acontece com as informações do microchip se eu mudar meu telefone ou endereço?
Você precisa acessar o seu cadastro no banco de dados da fabricante (ou entrar em contato com ela) e atualizar as informações.

7. Onde posso microchipar meu pet?
A maior parte das clínicas veterinárias faz esse serviço. Alguns pet shops também.
Obs: Muitos Centros de Controle de Zoonoses (CCZs) também microchipam animais no Brasil, alguns até de graça ou a preço de custo. E se você adotou seu pet num CCZ, ele provavelmente já tem um microchip.

8. Existe alguma preocupação em relação à saúde do pet associada ao microchip?
Já saiu na mídia que o microchip pode ser associado ao câncer, mas a Associação Americana de Médicos Veterinários diz que a chance de um pet desenvolver câncer por causa do chip é “muito, muito baixa”.

9. Um microchip realmente ajuda a encontrar um animal perdido?
Sim! De acordo com a Associação Americana de Médicos Veterinários um estudo com mais de 7,700 animais de abrigos mostrou que 52% dos que tinham microchip voltaram para casa, contra apenas 21% dos que não tinham. Os pets que não voltaram para casa, na maior parte das vezes, foi porque as informações do microchip no banco de dados não estava atualizada, ou nem tinham sido inseridas. Então, se for microchipar seu animal, certifique-se de que o cadastro esteja sempre atualizado!

O microchip não substitui a plaquinha de identificação. Na verdade, você até ganha uma plaquinha da fabricante quando microchipa seu animal, ela é para ser usada junto com a plaquinha comum e serve para mostrar que o pet é microchipado.




quinta-feira, 16 de junho de 2016

Por que os gatos afofam seus humanos?






Na verdade, esse é um dos primeiros comportamentos que os gatinhos aprendem quando recém-nascidos, porque eles precisam disso para… mamar! Os gatinhos têm que afofar a barriga da mãe para estimular a produção de leite. Este vídeo mostra a Francesca, a gatinha da minha irmã, amassando massinha com vontade na barriga da mamãe:



E por que eles continuam fazendo isso depois de adultos?
Porque não importa quanto tempo passe, o carinho e o conforto da mãe é uma coisa que eles nunca esquecem. O período que passam com a mãe é tão importante para eles que mesmo depois de grandes continuam associando o gesto de afofar com o bem estar da hora do leitinho.
Por isso, quando estão tranquilos e contentes, recebendo atenção no nosso colo, se preparando para a soneca na caminha ou no paninho preferido, eles amassam pãozinho e isso faz com que se sintam bem.
Existem várias formas de amassar pãozinho, alguns usam só as almofadinhas, outros as unhas, outros as quatro patas e alguns até tentam mamar no pano ou na nossa roupa. São todas demonstrações do carinho mais puro que existe!


Será que seu pet está entediado?





O tédio é o inimigo mortal dos animais domésticos. Quando vivem conosco, em segurança, com comida e água à disposição, eles não precisam fazer a maior parte das atividades naturais de caçar, buscar fontes de água, construir tocas, patrulhar o território, encontrar parceiros e criar filhos.
Com isso podem acabar ficando extremamente entediados, principalmente quando passam a maior parte do dia sozinhos. Mas o tédio não é só “sentimento ruim”, é um estado emocional perigosíssimo, que pode levar o animal a ter problemas psicológicos, comportamentais e de saúde.
Identificar se o pet está entediado e proporcionar os estímulos necessários para ele sair dessa faz parte dos cuidados básicos para ter um animal saudável e feliz. Exercícios, brincadeiras e atividades regulares são quase tão fundamentais para um cachorro e um gato quanto água e ração.

Alguns sinais do tédio
  • dormir demais
  • comer demais ou perder o apetite
  • falta de interesse nas coisas
  • destruição
  • latidos ou miados freqüentes
  • carência insaciável
  • comportamentos compulsivos (se lamber excessivamente, andar/correr em círculos…)
  • obsessões (televisão, objetos, torneira pingando…)




Um ou outro sintoma da lista já podem ser suficientes para mostrar que o pet está entediado. Mas também podem ser sinais de problemas de saúde graves. Então, antes de mais nada, consulte seu veterinário para descartar a possibilidade de doenças.
Se o problema não for médico, é hora de pensar na psicologia da situação. Para se livrar do tédio os cães e gatos precisam, basicamente, do mesmo que você: fazer alguma coisa. Desde exercícios físicos a desafios mentais, eles precisam se ocupar.
Isso não quer dizer que você deva deixar o pet exausto, mas sim encontrar as opções certas e o tempo ideal para seu bichinho. Cada cachorro e gato é único, mas segue uma lista de idéias que podem ajudar.

Combatendo o problema
  • Exercite o cão com passeios diários (considere um dogwalker ou creche) e brinque com o gato usando brinquedos de corda pelo menos duas vezes por dia (15 min cada)
  • Possibilite acesso a janelas e portões de onde o animal possa observar a rua – com segurança!
  • Ofereça brinquedos interativos e quebra cabeças com petiscos (ex: caixas com furos para os gatos e garrafas pet para os cães)
  • Tenha comedouros diferenciados que oferecem desafios (afinal, tanto cães quanto gatos são caçadores e estariam tendo que usar a cabeça para conseguir comer na natureza)
  • Enriqueça o ambiente do gato com prateleiras, tocas e arranhadores e esconda ossos e petiscos pela casa para o cão procurar
  • Tenha muitos brinquedinhos do tipo preferido dele – e faça rodízios com eles para não perderem a graça (por ex, guarde alguns de segunda a quarta, e os outros de quinta a domingo)
  • Considere com muito carinho a possibilidade de adotar um irmãozinho para seu pet! Afinal, ninguém gosta de ficar sozinho! 




quarta-feira, 15 de junho de 2016

Saiba o que fazer quando encontrar um filhote de passarinho fora do ninho





Se você já encontrou um filhote de passarinho no chão, sabe que o principal instinto é o de ajuda. Porém, é importante saber que para ajudar, é necessário estar atento com algumas situações.
Pensando nisso, vi essas dicas diretamente do Facebook do Fabio Nunes, mestre em Ecologia e Recursos Naturais, e resolvi compartilhar aqui. Olha só as orientações que ele deixou:
– Não leve o filhote para longe do local onde o encontrou, é ali que os pais irão procurá-lo e, mesmo fora do ninho, continuarão lhe dando comida.
– Tire o filhote do chão para não ser atacado por formigas ou devorado por predadores, o ideal é devolver o filhote ao alcance dos pais, em alguma árvore próxima onde poderia estar seu ninho.
– Cuidado onde colocar o animal, pois se você colocar em um galho ele provavelmente voltará a cair. Veja a dica abaixo:


– Você pode fazer uma improvisação do ninho com um recipiente forrado (furado embaixo para não acumular água) pendurado em uma árvore (escondido dos humanos), como mostra a foto abaixo. “Funciona muito bem e ele só sairá quando suas asas estiverem desenvolvidas”, explica.


– Para garantir, observe de longe se os pais encontram o filhote, pois eles são atraídos pelo chamado dele.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Cachorros atrapalhados que não entendem os móveis dos humanos




A presença dos cães dentro de casa fez surgir uma divertida “batalha”: cachorros x mobília.
Alguns cachorros se atrapalham na hora de usar nossos móveis e rendem fotos engraçadas. Eles aproveitam a mobília dos humanos da forma que conseguem, apesar de nem sempre parecer a maneira mais confortável do mundo.
Veja agora essa galeria de fotos de cães atrapalhados com os móveis dos humanos:





























segunda-feira, 13 de junho de 2016

Veja como um gato de estimação acostumado a viver sozinho reagiu com a chegada de um novo gato na família!





Adotar ou comprar algum animal é muito bom! Pois traz alegria para a família e momentos de felicidade.
Mas para um animal que já é de casa, já está acostumado com a vida sozinha, receber um novo membro é uma tarefa um pouco complicada.
Assista o vídeo: