Captando a Magia do Universo

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

A prova do amor incondicional dos cães







Os cachorros são tão leais que mesmo quando não tem nada para comer no final do dia, ficam ao lado de suas famílias e lhes dão a amizade e carinho que a sociedade rejeita. E esse amor pode ser mais do que recompensado – muitas vezes quem fica com a marmita e o cobertor é o cachorro, enquanto o humano aceita o sacrifício da fome e frio pelo amigo.
Temos muito o que aprender com essas fotos.















E para fechar a série, essa foto de Hamilton Pavam do Notícias Olá. A cena foi registrada em Rio Preto, em maio desse ano, à temperatura de 7 °C. O morador de rua Luis Carlos cedeu sua coberta ao cachorro Skafi, seu companheiro há dez anos. “Só tem uma coberta e o coitado do bicho sente frio, preciso cuidar dele”, disse.




domingo, 10 de julho de 2016

Presentes inusitados de gatos para seus humanos









“Meu gato achou essa luva térmica, e trouxe pra mim de presente.



“Alguns gatos levam pra casa ratos ou pássaros, o nosso, trouxe uma esponja.”



“Ele trouxe para seu humano uma lembrança do jardim.”


“Meu gato me trouxe uma mariposa em uma cor que eu nunca vi antes.”


“Minha gata me traz meias sempre que eu não dou atenção a ela, para chamar minha atenção.”


“Nós adotamos uma gatinha de rua, e ela nos trouxe alguns presentes.”


“Ao invés de ratos ou pássaros, meu gato decide nos trazer folhas. Ela tem feito isso por anos…”


“Ao invés de ratos ou pássaros, meu gato decide nos trazer folhas. Ela tem feito isso por anos…”






“Gus é cego, e adora me trazer folhas de presente!”
E o seu gatinho? Qual foi a coisa mais estranha que ele já te trouxe de presente?

sábado, 9 de julho de 2016

Por que o litoral norte de São Paulo está sendo invadido por baleias jubarte





Nas últimas semanas, moradores e turistas de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, têm avistado com certa frequência baleias jubartes fazendo acrobacias a algumas centenas de metros da costa. Baleias por vezes aparecem nas águas que dividem o arquipélago do continente, mas nunca foram vistas com tamanha constância e quantidade. 
Baleias jubartes migram mais de 25 mil quilômetros a cada ano, indo das áreas de alimentação para as de reprodução. No verão, ficam em águas polares, deslocando-se aos trópicos no inverno para acasalar. No Brasil, vivem comumente na região dos Abrolhos, no sul da Bahia e norte do Espírito Santo. Num raio maior, aparecem na faixa que vai do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Norte. E, por vezes, aparecem em menor quantidade em locais mais inusitados ao longo da costa, como o litoral de São Paulo.
A questão é: o que tem provocado o aumento expressivo dos animais nessa região e, ainda, o que isso pode significar para a economia e o ecossistema locais?
Há pontos positivos e negativos, explica ao Nexo Milton Marcondes, médico veterinário e coordenador de pesquisa do Projeto Baleia Jubarte, instituto dedicado à preservação do animal e localizado em Caravelas, na Bahia.
As baleias jubartes quase foram extintas. A população havia reduzido 90% quando a caça da espécie foi proibida, em 1966 - o óleo dos animais era usado para iluminação e construção de casas coloniais. Desde então, graças aos esforços para preservá-las, o número de baleias tem voltado a subir. Hoje, calcula-se que haja cerca de 17 mil exemplares na costa brasileira, ante os pouco mais de 600 que restavam na década de 1960. O aumento do número de representantes da espécie pode explicar, ao menos em parte, sua maior incidência em locais menos comuns.
“Pode ser que houvesse antes jubartes que iam até o litoral de São Paulo, mas por serem poucas, não víamos ou não tínhamos notícia”, sugere Marcondes. Além disso, lembra ele, o desenvolvimento das tecnologias de informação faz com que essas incidências sejam mais registradas e se espalhem rapidamente pela internet.
Mas há ainda outra possibilidade para o desvio de rota, de natureza ambiental: a ocorrência dos fenômenos climáticos “El Niño” em 2015 e “La Niña” em 2016. “Mudanças climáticas mudam correntes marinhas e a distribuição de alimentos. Por isso as baleias podem ter saído do curso tradicional”, explica o veterinário.

Possíveis consequências do aumento de jubartes
Essas baleias têm entre 12 e 16 metros de comprimento e podem passar de 40 toneladas de peso. Quando saltam, retiram quase todo o seu corpo da água, provocando um espetáculo atraente ao turismo.
Segundo Marcondes, caso a população de jubartes cresça e sua presença se torne constante no litoral norte de São Paulo, abre-se uma perspectiva interessante para o turismo de observação de baleias na região. “Além de ser vantajoso para a cidade, essa é uma ótima ferramenta para educar pessoas e dar um valor econômico para a conservação das baleias”, diz ele, citando o exemplo como moeda de troca para evitar o abate dos animais. “O turismo gera renda para muita gente, é um contra-argumento valioso para a caça.”
Em contrapartida, os animais passarão a habitar um ambiente bem diferente do anterior à década de 1960, quando a população da espécie ocupava em abundância os mares. Há mais redes de pesca, barcos, portos, docas e navios. É necessário realizar um trabalho de conscientização com trabalhadores e velejadores locais para garantir que as baleias circulem pelas águas com segurança.
Em Abrolhos, o Projeto Baleia Jubarte avisa velejadores sobre os locais nos quais as baleias geralmente ficam durante a temporada. Além disso, muitos pescadores trocaram suas redes de espera, que pernoitam boiando na água, pela rede de fundo, retirada no mesmo dia, que apresentam menos risco para os animais se enroscarem. Só neste ano, das 24 baleias encontradas encalhadas no litoral, seis ficaram presas em redes de pesca.
“É importante que as pessoas avisem as instituições que trabalham com o resgate desses animais quando encontrarem algum [encalhado], mesmo que morto. Serve para estudarmos e entendermos o que está prejudicando a espécie”, conclui Marcondes.





quinta-feira, 7 de julho de 2016

Casal vê foto de gato para adoção na internet e viaja quatro dias para buscá-lo





Às vezes, uma foto diz mais que mil palavras, certo?
Ou, no caso de Muffin, o gato, mais que mil quilômetros.

O casal enviou uma mensagem ao abrigo dizendo estar interessado no gatinho, e receberam uma nova foto de Muffin, junto com uma mensagem perguntando se eles estariam mesmo interessados.

“Então nós pensamos que precisava acontecer”, contou Campbell, “É importante o suficiente. Nós sentimos aquela conexão.”
O casal foi então aprovado para a adoção, e a viagem de carro de 4 dias para buscar o pequeno Muffin começou.
“Ele ultrapassou todas as nossas expectativas”, contou Campbell, “Nós chegamos e ele foi imediatamente tão doce, deixou que fizéssemos carinho e veio direto na nossa direção”.

Os voluntários do abrigo, que estavam procurando por um bom lar para Muffin após seu primeiro tutor tê-lo abandonado, os convidou a ficar um pouco mais. “Eles literalmente dirigiram 4 dias para buscar o gato”, contou um dos voluntários, “Foi tudo o que fizeram. Eles não tinham parentes nem conhecidos por aqui, vieram somente para buscá-lo”.

Assim, reservaram um quarto para que o casal pudesse passar a noite na cidade, junto com seu novo mascote.
No dia seguinte, a nova família pegou a estrada de volta para casa, que agora ficará um pouco mais cheia e mais feliz.










quarta-feira, 6 de julho de 2016

Mulher leva cachorro a abrigo para escolher novo amigo felino






Raven, um filhote de Husky, precisava de um amigo para crescer junto, mas sua humana Christina sabia que não se pode simplesmente escolher um amigo para alguém. Ao invés disso, ela levou o próprio cão a um abrigo para que ele mesmo pudesse escolher!
“Eu sempre quis ter um cachorro e um gato crescendo juntos.”, contou Christina, “Então eu queria que ele mesmo escolhesse seu novo amigo, para que pudessem se dar bem!”.
Raven foi apresentado a 4 gatos e nenhum deles mostrou interesse nele, exceto uma bolinha de pelos chamada Woodhouse. E ela foi a escolhida. E esse foi o dia que Woodhouse não ganhou apenas um lar, mas também um melhor amigo. Um ano já se passou e eles continuam inseparáveis!
“Eles se dão super bem, são perfeitos um para o outro. Estão sempre juntos!”, comemora Christina.

















sexta-feira, 1 de julho de 2016

Artista desenha caricaturas de animais de acordo com a descrição do seu dono





A dona da ideia é a ilustradora Chris Beetow, que vive na cidade de Vernon, nos EUA. Ela pediu para que os donos dos bichinhos enviassem fotografias dos animais, além de uma descrição de como eles são. A ideia é simples: capturar mais do que a aparência, mas também a personalidade do bichano (igualzinho as caricaturas que alguém já deve ter feito de você).

O resultado é muito divertido. Olha só:

Baby Man – vive em Cali, mas sua alma é do Bronx

Crux – sempre causando problemas

Sammi – obcecado por comida e sempre sujinho

Mr. Puddy – sofisticado e sempre com fome

King – o mais extravagante de todos os gatos


Linus – pegador de gravetos profissional

Tony é o Sr. Cool e Torque está sempre com fome